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sexta-feira, 12 de junho de 2009

Dia dos...Será que você entende?

É incrível como o tal dia dos namorados mexe com as pessoas...Mais um dia comercial, com um tema que deveria abranger todos os dias...Namore muito, seja parceiro, menos “nóico”, mais amigo, mais. Afinal, será que só nesse dia lembramos o que significa a palavrinha namorado? Não deveria ser assim. Deveríamos, antes de tudo, amar a nós mesmo. Por isso convoco, nessa sexta chuvosa e fria, que a gente olhe pra dentro, que todos tenham a capacidade de se apaixonar por você mesmo! Acho que esse deve ser o melhor e maior presente que podemos dar ao outro: nos amar. Quando a gente se ama, fica mais tranqüilo, confia, se liberta. Tem os que não suportam estar sozinhos, acho que devem ser pessoas que tem problemas consigo... Ou seja: como amar alguém se a gente não se entende, não se ama, não se valoriza?

Valorizar o próximo começa quando valorizamos os nossos sentimentos. Penso que no dia de hoje, deveríamos realmente fazer um “mutirão do amor próprio”. Se você está sozinho, assim como eu estou, relaxe, divirta-se com as suas maluquices, dance, abra o coração pra pessoa que sempre está com você, mas nem sem você conhece: você!!!

Beije-se, afague sua alma com o que gosta. Não há nada errado em ficar sozinho. Ok, ok, é muito bom dormir de conchinha, ter um alguém pra ligar, pra rir, pra contar as aflições, dividir a vida, e aquela melhor parte do contato físico, se é que vocês me entendem... Mas se ainda não chegou, paciência. Vai chegar. E com certeza, se nesse tempo você se propôs a se conhecer, o alguém quando chegar, encontrará uma pessoa tão tranqüila, decidida, segura, que desejará ficar ao lado sem pensar na hora de ir embora.

Ficamos combinados assim: hoje, com ou sem namorado, vamos brindar o amor próprio, o amor sem culpa, o amor, a cumplicidade da alma com o corpo, o término das crises, e a chegada de mais um período de felicidade.

Apaixone-se por você: não tem contra-indicação!

C.L.

terça-feira, 9 de junho de 2009

Fofa, não, obrigada

É. Não sou fofa. Nunca fui, e talvez nunca serei. Às vezes sou mais dura que pedra, em outras mais perversa do que você poderia achar possível. Às vezes, poucas vezes, sou fofa. E é ai que não me reconheço.

Fofura demais é um saco. Pode virar carência, uma outra coisa chata. Pode ser falsidade, que é algo nojento, e pode simplesmente fazer parte daquele ser. O que não é o meu caso. Muitas vezes fico mansa, sou domesticada, o que pode dar uma leve sensação de fofura...hehehe...não é bem assim.

Mas essa dureza, racionalidade, praticidade, me faz ser mais forte do que penso, me regenera, me abre, me conduz. Algumas vezes preciso ser frágil, e o sou. Mas por pouco tempo, pois fragilidade não me agrada. É por isso que muitas vezes a gente fala com rispidez, olha com dureza, e chora de raiva. Tem quem sinta medo de mim, que se reserve por não aguentar a verdade sem dedos que vou falar. É bom? Sometimes. Me poupa ouvir o que não quero. É ruim? Sometimes. Me afasta, e às vezes cega. Ok,ok...mais da metade das vezes EU quis afastar. Não nego. Tenho dificuldade com pessoas às vezes. Elas tem ego. E eu também.

Tem dias que acordo uma doçura, uma amorzinho, cheia de sorrisos, carinhos, afagos. Tem outros, que cuspo fogo e gostaria muito de apertar um botão para explodir tudinho. Mas passa. Na essência, lá no fundo onde talvez nem eu mesma veja, sou doce. Mas fofa, não, obrigada!

C.L.

quinta-feira, 4 de junho de 2009

Norman Mailer

"As pessoas ficam procurando o amor como solução pra todos os seus problemas quando, na realidade, o amor é a recompensa por você ter resolvido os seus problemas."

A VERDADE.