Seguidores

domingo, 13 de novembro de 2011

Aquela coisa

De repente vimos uma esperança desaparecer aos poucos, as flores não são regadas mais por um dos jardineiros. Andamos. Caminhos distantes com promessas de futuro. Sonhamos. Vimos o momento mágico inicial que cultivava o amor simplesmente desaparecer. Medo de sentir? Não tenhas. Sinta, deixe acontecer. Aquela coisa que cresceu agora não precisa mais de palavras, acredito, tento. Cabem apenas ações no momento, para que se regue o jardim. Passamos pela consciência da intimidade o que nos dá a obrigação de não perguntar, começar a sentir, e saber entender. Reguemos. A verdade deve ser dita e sentida, talvez seja mais sentimento que letras.

Entre raios e cheiro de chuva, pensamentos sobre o futuro e o presente pairam pela lembrança e desejo de quero mais. Se for errado, tentamos, se for certo, tentamos, devemos tentar tudo o que nos faz finalizar histórias, pois não há história sem fim.

C.L. 13/11/11 – Por sentir.

Nenhum comentário:

Postar um comentário