, aceito. Absorvo e entrego-me a esse momento. Tens certeza.
Absoluta. Por maior o medo, a dúvida, quero. Vamos seguir nessa trilha que
desbrava o interior mais absoluto desta vida. Da minha vida. Entrego-me e
desnudo-me ao não saber, por saber que há. Por temer e não temer, afinal, há.
Entrelaçaremos, domingos de chuva ou não. Sorriso, suspiro e mudança.
Altero a minha essência para o novo, do que há, da
possibilidade do dar-se. Minha liberdade é minha casa, minhas possibilidades,
idas e vindas, são solitárias. E felizes. Medo de afirmar, não há.
Um furacão derruba para reconstruir. Eu, livre, voo. Abra os
braços, jogue-se neste vendaval e permita-se. Sem segurança, mãos, pés. Voo. O cheiro da brisa da caminhada absoluta verve
e ferve, contribui e atribui. Dá-se.
O leve sorriso do controle do eu, expande-se para a boca
aberta, feliz, ao encontro do eu. Sinto-me inteira e tensa, sinto-me, e agora é
o que basta.
Quando levantares deste esconderijo, estarei aqui, com meus
medos e assombros, mas disposta a essa comunhão. Quero a liberdade do meu sentir, do meu ser e
do seu. Vamos, esteja ao lado nesta proposta de mudança, vamos. Liberte-se,
tente, eu...tentando.
C.L.: aprendendo a dividir, a ceder, a ter. Felinos. Uma lição.
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